Interessante artigo publicado no blogue Los futuros del libro (...)
Registo de leituras e de matérias ligadas à ciência da informação e o mais que a imaginação ditar...
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Uma biblioteca confusa...
Os critérios de arrumação de uma biblioteca podem causar grandes problemas...
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
A.to.Z :novas práticas em informação e conhecimento
Pela mão do Professor Aldo de A. Barreto chega-nos mais uma revista cuja qualidade é garantida. Tem também o valor acrescido que é o de servir de veículo de divulgação da obra de novos investigadores na área da ciência da informação. Aconselho vivamente a que consultem o número de estréia (a revista é publicada online) bem como a Datagramazero , também online, dirigida pelo Prof. Aldo. Na lista de blogues do Guardador de Livros estão mencionadas. Os blogues do Professor Aldo Barreto (listados na sua página do Facebook) têm para nós um interesse permanente não só pela actualidade dos temas tratados bem como pelo rigor e sabedoria do Mestre que muito admiro. Saravah...
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O futuro da biblioteca
Interessante artigo publicado no Seth's Blog e que me chegou via The Library Journal. Basta clicar.
Seth's Blog: The future of the library
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Poema de Manuel António Pina - Prémio Camões 2011
NA BIBLIOTECA
O que não pode ser dito
guarda um silêncio
feito de primeiras palavras
diante do poema, que chega sempre demasiadamente tarde,
guarda um silêncio
feito de primeiras palavras
diante do poema, que chega sempre demasiadamente tarde,
quando já a incerteza
e o medo se consomem
em metros alexandrinos.
Na biblioteca, em cada livro,
e o medo se consomem
em metros alexandrinos.
Na biblioteca, em cada livro,
em cada página sobre si
recolhida, às horas mortas em que
a casa se recolheu também
virada para o lado de dentro,
recolhida, às horas mortas em que
a casa se recolheu também
virada para o lado de dentro,
as palavras dormem talvez,
sílaba a sílaba,
o sono cego que dormiram as coisas
antes da chegada dos deuses.
sílaba a sílaba,
o sono cego que dormiram as coisas
antes da chegada dos deuses.
Aí, onde não alcançam nem o poeta
nem a leitura,
o poema está só.
‘E, incapaz de suportar sozinho a vida, canta.’
nem a leitura,
o poema está só.
‘E, incapaz de suportar sozinho a vida, canta.’
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