Registo de leituras e de matérias ligadas à ciência da informação e o mais que a imaginação ditar...
sábado, 8 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013

JOSÉ ANTONIO CORDÓN E O ECOSSISTEMA DO LIVRO DIGITAL
A
comunicação de José António Cordón, na Faculdade de Letras de Lisboa,
no passado dia 29 de Maio, perante uma plateia composta maioritariamente
por alunos e professores do curso de Ciências Documentais, teve como
ponto de partida a mudança de paradigma que está a acontecer nos livros e
na leitura. Os livros em papel estão a dar lugar aos livros
electrónicos.
A
leitura linear, a que os livros tradicionais nos habituaram, tende a
ser substituída por uma leitura fragmentada. O livro tradicional, o
objecto perfeito e acabado, em que o autor e o editor têm o papel mais
importante, dá lugar ao livro electrónico, decomposto em capítulos,
enriquecido com metadados e processos colaborativos, visível nos mais
diversos contextos, desde os catálogos às redes sociais. Neste
paradigma, o autor e o editor são apenas uma parte do processo. A outra
parte, de igual ou maior importância, está nas plataformas digitais, no software e nas aplicações que permitem a visibilidade e a usabilidade do livro electrónico.
É,
precisamente, neste novo contexto que reside o drama da produção
científica actual, como reforçou José Afonso Furtado, um dos
intervenientes no debate. O mercado mundial dos livros electrónicos é
dominado por um pequeno número de editoras comerciais, que privilegiam a
língua inglesa, as ciências aplicadas e as áreas que interessam aos
países mais desenvolvidos. Em Espanha, como aliás tem acontecido na
América Latina, têm surgido novos projectos, como o priemiado E-lectra, de que J. A. Cordón, é responsável, e o desenvolvimento da plataforma Scielo para estudos humanísticos e para as ciências sociais, em castelhano.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Nos 25 anos da PORBASE
Como o tempo passa! Foi há 25 anos que o projeto Porbase revolucionou o estado das bibliotecas portuguesas. Lembro-me de intermináveis reuniões do cepticismo de muitos e da coragem na defesa do projeto por parte de uma equipa de técnicos e biblibliotecários da Biblioteca Nacional bem como do seu Diretor na altura o Prof. Manuel Villaverde Cabral. A Porbase foi por diante e hoje não haverá alguém que a critique como ideia.
Não vou citar nomes de colegas, alguns já reformados ou com outras funções, mas aproveito a oportunidade para aos antigos e atuais continuadores felicitar e agradecer.
Aqui deixo o texto da página web da Porbase publicado hoje dia 20 de maio de 2013:
Aqui deixo o texto da página web da Porbase publicado hoje dia 20 de maio de 2013:
PORBASE: 25 anos
Celebramos hoje, 20 de maio, um marco essencial para a modernização das bibliotecas portuguesas: há precisamente 25 anos era inaugurada a Base Nacional de Dados Bibliográficos – PORBASE, um projeto pioneiro que lançava decisivamente a informatização de bibliotecas no nosso país. Sob a liderança da BN mas desde logo extravasando o âmbito da Instituição, a inauguração culminava a primeiríssima etapa dum percurso que se iniciara apenas dois anos antes.
A visão para o projeto era ambiciosa mas estrutural, prometendo benefícios sistémicos – ao mesmo tempo que se informatizava o catálogo da BN, lançavam-se as bases de uma colaboração interbibliotecas para a construção de um catálogo coletivo em linha, uma ferramenta essencial à partilha de informação, competências e recursos em rede num tempo em que ainda se estava longe da invenção da Internet.
Conjugando a necessidade da sua modernização com outras responsabilidades da BN, designadamente em matéria de normalização e formação contínua, estava lançado todo um processo dinamizador que envolveu grande comunicação entre as instituições. Adotaram-se e traduziram-se normas, designadamente o UNIMARC, estabeleceram-se grupos de trabalho para rever critérios e métodos, desenvolveram-se e distribuíram-se aplicações em CDS/ISIS para uso local das bibliotecas e disponibilizaram-se programas de formação que durante longos anos supriram necessidades a que o mercado ainda levaria muitos anos a responder.
Por tudo isto, o momento do lançamento da PORBASE ao público permanece com um significado múltiplo e de longo alcance. Por se ter desenvolvido não apenas como uma base de dados, um produto de informação – hoje com mais de 1.750.000 registos bibliográficos, 183 instituições cooperantes e cerca de 50.000 acessos por mês - mas antes como um conjunto articulado de produtos e serviços a que o conceito e marca PORBASE ficaram associados e que estimularam e consolidaram toda uma renovação profissional como há muitas décadas não acontecia.
Nos tempos atuais, em que o uso das tecnologias de informação e comunicação é tão banal e constitui um dado longinquamente adquirido, vale a pena recordar que muito do que enforma a nossa realidade e as nossas práticas profissionais é, ainda, resultado dessa mudança gerada pela PORBASE há 25 anos nas bibliotecas portuguesas.
Celebramos hoje, 20 de maio, um marco essencial para a modernização das bibliotecas portuguesas: há precisamente 25 anos era inaugurada a Base Nacional de Dados Bibliográficos – PORBASE, um projeto pioneiro que lançava decisivamente a informatização de bibliotecas no nosso país. Sob a liderança da BN mas desde logo extravasando o âmbito da Instituição, a inauguração culminava a primeiríssima etapa dum percurso que se iniciara apenas dois anos antes.
A visão para o projeto era ambiciosa mas estrutural, prometendo benefícios sistémicos – ao mesmo tempo que se informatizava o catálogo da BN, lançavam-se as bases de uma colaboração interbibliotecas para a construção de um catálogo coletivo em linha, uma ferramenta essencial à partilha de informação, competências e recursos em rede num tempo em que ainda se estava longe da invenção da Internet.
Conjugando a necessidade da sua modernização com outras responsabilidades da BN, designadamente em matéria de normalização e formação contínua, estava lançado todo um processo dinamizador que envolveu grande comunicação entre as instituições. Adotaram-se e traduziram-se normas, designadamente o UNIMARC, estabeleceram-se grupos de trabalho para rever critérios e métodos, desenvolveram-se e distribuíram-se aplicações em CDS/ISIS para uso local das bibliotecas e disponibilizaram-se programas de formação que durante longos anos supriram necessidades a que o mercado ainda levaria muitos anos a responder.
Por tudo isto, o momento do lançamento da PORBASE ao público permanece com um significado múltiplo e de longo alcance. Por se ter desenvolvido não apenas como uma base de dados, um produto de informação – hoje com mais de 1.750.000 registos bibliográficos, 183 instituições cooperantes e cerca de 50.000 acessos por mês - mas antes como um conjunto articulado de produtos e serviços a que o conceito e marca PORBASE ficaram associados e que estimularam e consolidaram toda uma renovação profissional como há muitas décadas não acontecia.
Nos tempos atuais, em que o uso das tecnologias de informação e comunicação é tão banal e constitui um dado longinquamente adquirido, vale a pena recordar que muito do que enforma a nossa realidade e as nossas práticas profissionais é, ainda, resultado dessa mudança gerada pela PORBASE há 25 anos nas bibliotecas portuguesas.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
30 SUPER CARREIRAS PARA BIBLIOTECÁRIOS/ESPECIALISTAS
BIBLIOTECAR: 30 SUPER CARREIRAS PARA BIBLIOTECÁRIOS/ESPECIALIST...: Sabemos que a existência das bibliotecas tem vindo a ser alvo de 'ataques' que resultam numa diminuição drástic...
Retirado do blogue Bibliotecar
terça-feira, 5 de março de 2013
Fontes Históricas: Uso e mal uso dos arquivos - Carlos Bacellar
Li e achei que teria interesse trazer para aqui. Polémico? talvez. Se vos apetecer digam o que acham. Que gostei do blogue,gostei.(http://identidade85.blogspot.pt)
Basta clicar no link abaixo para aceder.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
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